Inês Nobre recebe-nos num 5º andar na Rua dos Fanqueiros, em Lisboa. O apartamento, em plena Baixa, soalheiro e com decoração a madeira, está pronto para nos receber e a qualquer turista que ali se queira hospedar durante as férias pela capital portuguesa. Com um kit de boas vindas com produtos portugueses na mesa, esto imóvel foge ao padrão decorativo dos hostels ou dos hotéis de luxo. A pensá-lo ao pormenor esteve uma startup britânica fundada há cerca de quatro anos, a Hostmaker.
“Lisboa foi a primeira cidade na qual entrámos em 2018. Durante três anos, o foco foi Londres, Roma, Barcelona e Paris – as nossas cidades fundadoras – e, depois, começou a expansão para a Europa, mesmo em países nos quais já estávamos, e na Ásia”, conta a general manager de Portugal. Aos 12 meses de atividade em Portugal, este jovem-negócio já contava com 200 casas sob gestão. “Três mercados fundadores atingiram este número ao fim de três anos, e nós alcançámos apenas num. Lisboa teve um crescimento enorme”, sublinha a diretora-geral no país.
A empresa garante que já gerou mais de 50 milhões de euros para proprietários em todo o mundo e permitiu aos proprietários da capital terem rendimento extra. Em causa está o facto de ter foco na qualidade e no design das casas que tem em carteira, bem como na análise ao mercado para rentabilização do serviço. Uma das apostas tem sido os “Welcome Wizards” – i.e. convidados locais que estão prontos para fazer o check-in dos hóspedes, recebem-no pessoalmente, contam-lhe tudo acerca da casa onde se vão instalar e sugerem locais a visitar na capital portuguesa, por exemplo.
As ambições não se ficam por aqui. A Hostmaker quer superar a barreira da dezena de cidades nas quais está presente (Londres, Paris, Roma, Madrid, Barcelona, Lisboa, Cannes, Florença, Dubai e Banguecoque) e, segundo adiantou Inês Nobre, há várias geografias “em mente” para expansão ao longo de 2019. “Vai ser um ano tão expansivo que acho que será por todo o lado. Estamos a trabalhar para perceber quais serão os novos mercados”, explicou a responsável pelo mercado português.
A Hostmaker é também parceira da Marriott no projeto-piloto de alojamento local desta cadeia de hotéis em Londres, Paris, Roma e Lisboa. Com este acordo, a Hostmaker teve de se adaptar às exigências dos clientes do grupo hoteleiro e investir essencialmente na área tecnológica, como por exemplo no website da TPH, e na de recursos humanos, uma vez que foram criadas equipas específicas para gerir os apartamentos e atender os hóspedes da Marriott. Numa resposta conjunta enviada ao semanário, a Hostmaker e a Marriott asseguraram que não têm qualquer vínculo a nível de participação de capital. “A especulação sobre aquisição de partes da empresa não tem fundamento e devia ser removido”, defendem.
No final do ano passado, após ter sentido a necessidade de ter uma plataforma que reunisse o seu portfólio global de imóveis, Hostmaker ‘deu o salto’ e lançou uma plataforma própria de alojamento local, a «Stayy with Hostmaker». “Da experiência que tínhamos nos últimos três anos, havia imensa gente que nos enviava mensagem após a estadia e perguntava: «como é que posso ter a certeza de que, na próxima vez que viajar, fico numa casa Hostmaker». As pessoas queriam reservar uma casa diretamente com a Hostmaker e não tínhamos essa possibilidade.”
As casas geridas por esta marca continuam disponíveis para reserva em websites/aplicações como Airbnb, Booking.com, Tripadvisor, etc. – que, na realidade, passam a ser parceiros e concorrentes. “O Stayy é recente mas não pretende substituir ou aniquilar plataformas como o Airbnb. Damo-nos bem. A nossa plataforma é semelhante mas não temos intenção de deixar de trabalhar com eles”, assegura Inês Nobre.
Situada em Oeiras junto ao Parque dos Poetas, dispõe de quatro quartos e garagem box para três carros.
Situada junto ao rio, com ancoradouro privado e acesso direto à praia fluvial, dispõe de piscina exterior, terraço, deck sobre o rio, campo de jogos, cozinha regional e uma segunda casa junto à praia e ao ancoradouro.
Esta mansão com vistas para um campo de Golfe e para o mar, dispõe de três quartos, uma suíte master, sala de estar e jantar, sala de música e sala de estudo.
Dispõe de quatro quartos, seis casas de banho e umas vista que só Troia pode oferecer. Enorme sala em open space, jardins interiores e exteriores e ainda uma piscina interior.
Mansão com uma área útil aproximada de 1.500m2 encontra-se a poucos minutos da praia. Com sete quartos e oito casas de banho, dispõe de um jardim frondoso e paisagístico com inúmeros catos, palmeiras e outras árvores de fruto.
Construída em forma de arco, esta casa foi pensada para que todos os quartos tivessem vistas para o mar. Define-se como uma das poucas moradias no Algarve com tais vistas e proximidade do mar.
Com arquitetura única, inserido num terreno com 19.000m2, dos quais 5.000 m2 estão edificados. Dispõe de suítes, salas de estar, de jantar, de jogos, de música, sendo cada recanto único.
Esta propriedade dispõe de dez quartos, elevador e garagem para oito carros. A quinta foi mandada construir a pedido do Marquês de Saldanha no século XIX.
Localizada em zona tranquila e inserida num lote de 3.925m2. A moradia tem aproximadamente 1.300m2 de área construída e está dividida em dois pisos, rodeada de jardim.
A abundante luz natural que reflete as grandes fachadas envidraçadas destaca um aspeto natural com cores moderadas. Conta com piscina interior, exterior, jacuzzi, spa e ainda 2,2 hectares de videiras.
Se por um lado a reabilitação de um edifício nos transporta automaticamente para um hipotético rol de problemas em que não queremos pensar, mas que têm solução, por outro traz consigo inúmeras vantagens que vale a pena considerar. Falamos do espaço em si e da sua organização, falamos dos colaboradores e do que os motiva e, inevitavelmente, falamos dos claros benefícios para a cidade.
Não há qualquer dúvida, um edifício reabilitado tem outro encanto. Desde o traço único da fachada aos pormenores interiores, sem esquecer um pé direito inimaginável nos dias de hoje, um edifício antigo transmite outro charme e glamour. Há um peso institucional que salta à vista num edifício deste tipo, uma alma que não existe num escritório moderno.
Dependendo do estado de deterioração do edifício, acontece ter de demolir todo o seu interior e manter apenas as fachadas. Parece-lhe um problema? Pense na oportunidade única para definir uma workplace strategy de raiz, sem contingências. Olhe para o negócio, para o tipo de relações e colaboração que quer fomentar entre os seus colaboradores. Quer um espaço colaborativo que provoque o encontro e a troca de ideias de forma informal? Necessita de Huddle rooms para pequenas reuniões e videoconferências com trabalhadores remotos? É incrível o que um bom planeamento e uma estratégia de workplace bem definida podem influenciar o dia-a-dia dos colaboradores e a saúde da sua empresa.
É também importante referir que o conceito do espaço não fica condicionado num edifício reabilitado. O conceito nasce de uma metodologia sustentada na análise da cultura, visão, valores, marca, forma de interação humana, objetivos de desempenho e metas financeiras, que se refletem na criação de espaços com o seu próprio “ADN”, em qualquer tipo de edifício. Na OPENBOOK Architecture chamamos-lhe Brandchitecture.
Um caso de sucesso: A sede da VdA – Vieira de Almeida & Associados
Localizado na zona ribeirinha de Lisboa, o novo escritório da VdA é o resultado de uma profunda reabilitação de uma antiga fundição do século XIX. A premissa da proposta era preservar a memória e o caráter do complexo, adaptando-o à sua nova utilização e propósito.
O projeto visou a preservação, unificação e enfatização das diferentes linguagens arquitetónicas presentes, desde a arquitetura industrial do século XIX até às fachadas neoclássica e Arte Nova. Organizado em três andares, os grandes espaços verticais e horizontais e os espaços de circulação permitem a comunicação visual, criando relações espaciais.
O projeto integrou também a nova filosofia de funcionamento que a VdA pretendeu adotar, de modo a refletir a sua imagem, cultura e posicionamento institucional, e procurando ainda reunir nesse espaço conceitos de proximidade, sustentabilidade, inovação e tecnologia, preservando a história e a memória de uma antiga fundição.
Tem sido reconhecido nacional e internacionalmente com diversos prémios, entre eles os prestigiados Architizer A+Awards, considerado os “Óscares” da arquitetura mundial, e Architecture Masterprizes.
O projeto foi coordenado pela OPENBOOK Architecture e desenvolvido em co-autoria com a PMC Arquitectos, em articulação com a VdA e a Fidelidade Property Europe, este último o proprietário e investidor do edifício.
A OPENBOOK Architecture é um atelier português de arquitetura multidisciplinar, fundado em 2007, atualmente composto por uma equipa de mais de 30 colaboradores, incluindo arquitetos, designers e gestores de projeto. A experiência da sua equipa é refletida no seu vasto portfolio em áreas tão reconhecidas como a habitação, turismo & lazer, equipamentos de educação e desporto, centros comerciais, logística, comércio e indústria ou projetos urbanísticos, com maior foco na vertente de edifícios corporativos e unidades de saúde/hospitalares. As suas principais áreas de atuação estão centradas no desenvolvimento e acompanhamento de projetos de arquitetura, engenharia e consultoria imobiliária.
O atelier distingue-se pelo seu já vasto portfolio corporativo enriquecido com o desenvolvimento e entrega de importantes projetos de referência nacional e internacional, de que são exemplos mais emblemáticos, a criação do Deloitte HUB, os novos escritórios da Everis e da VdA – Vieira de Almeida ou Abreu Advogados, o representativo edifício para a NOKIA Conhecimento, o Hospital Luz Saúde Vila Real e a sede da Microsoft. A OPENBOOK Architecture tem igualmente a seu cargo o desenvolvimento do projeto de arquitetura de interiores da nova sede da KPMG, reconhecida consultora líder mundial na prestação de serviços nas áreas de auditoria, fiscalidade e consultoria.
Mais informações: https://openbook.pt/
A sede nacional do Partido Socialista (PS), ao largo do Rato, em Lisboa, está a ser alvo de uma iniciativa política da Juventude Social Democrata (JSD). “Arrendam-se quartos a estudantes em edifício neoclássico em zona central de Lisboa, Largo do Rato. O Palácio Marquês da Praia é o local ideal para viver enquanto estuda numa das várias Instituições de Ensino Superior da cidade. Com um preço de 128,67 euros por quarto (com casa-de-banho partilhada), o edifício encontra-se em zona bem servida por transportes públicos”, destaca um anúncio publicitado na plataforma de classificados OLX.
Recorrendo à ironia, a JSD pretende chamar a atenção para as dificuldades que os estudantes do Ensino Superior enfrentam na procura de alojamento. Explicando a iniciativa, a Comissão Política Nacional da JSD sublinha que “considera inaceitável a falta de respostas e de verbas em sede de Orçamento do Estado para 2019 que respondam às dificuldades que os estudantes têm hoje no acesso ao alojamento no Ensino Superior”.
“Para chamar à atenção do país para esta situação, a JSD ‘colocou’ a sede do PS no mercado de arrendamento, com um anúncio na Internet. Com esta iniciativa, a JSD pretende demonstrar a vergonha que representa o facto de o Orçamento do Estado para 2019 não incluir quaisquer respostas nem verbas para dar resposta ao flagelo que afeta milhares de estudantes que, sobretudo nas grandes cidades do país, se deparam com preços pornográficos no acesso ao mercado de arrendamento e não têm vaga nas residências estudantis. Esta situação tem levado a que milhares de jovens abandonem o Ensino Superior”, sublinha a JSD, através de um comunicado.
“Com o Orçamento do Estado para 2019, o Governo mantém inalterado o apoio para estudantes bolseiros sem vaga em residências estudantis, o chamado complemento de alojamento. Este complemento está fixado até um valor máximo mensal de 128,67 euros. Ou seja, aparentemente o Governo considera possível o arrendamento de um quarto em cidades como Lisboa e Porto por 128,67 euros, o que demonstra um profundo desfasamento da realidade ou uma grande insensibilidade social”, critica a JSD. “Perante esta situação, à qual o país não pode ficar alheio, é lamentável que o Governo e os partidos que o suportam não tenham previsto quaisquer medidas ou verbas em sede de Orçamento do Estado para 2019”.
🏠 JSD “arrenda” quartos na sede do Partido Socialista
Anúncio: https://t.co/TssJehpPEa
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— JSD (@JSDPortugal) 23 de outubro de 2018
Posto isto, a JSD propõe uma série de medidas: “aumento do valor do complemento de alojamento até 50% do salário mínimo nacional, ou seja, 300 euros, uma vez que o valor que atualmente é de 128,67 euros é insuficiente para os alunos bolseiros que não têm vaga em residências estudantis conseguirem arrendar um quarto; redução da tributação em sede de IRS/IRC dos imóveis arrendados a estudantes do Ensino Superior, de modo a que esta diminuição incentive os senhorios a reduzirem o valor do arrendamento; aumento do limiar de elegibilidade na atribuição de bolsa de estudo para os 18 IAS (Indexante dos Apoios Sociais), corrigindo a injustiça cometida no Orçamento do Estado para 2019 que se nada for feito irá levar milhares de estudantes a perderem acesso à bolsa de estudo; plano de contratualização de serviços de alojamento estudantil na comunidade de proximidade; aumento das ações de fiscalização dos arrendamentos ilegais, uma vez que o mercado de alojamento privado é marcado pela forte informalidade, com uma parcela muito significativa do arrendamento a não estar contratualizada e impedindo o registo da despesa para efeitos de dedução em IRS; dotação orçamental para a construção de novas residências estudantis e para a adaptação e requalificação das residências estudantis existentes”.
Em conclusão, “a JSD acredita que estas medidas são justas e imprescindíveis, porque sem elas o preço dos arrendamentos praticados consubstanciam verdadeiros obstáculos ao acesso ao Ensino Superior. Cabe ao Governo e aos partidos que o suportam deixarem de fazer de conta que se preocupam com os jovens, e tomarem efetivamente medidas que são urgentes e inadiáveis”.
O valor de uma habitação com cerca de 120 m2, em Helsínquia pode custar 6.609 mil euros.
Em Amesterdão uma habitação com cerca de 120 m2 custa 6.902 mil euros.
Em Estocolmo o preço de uma habitação com cerca de 120 m2, pode custar 6.991 mil euros.
Na capital norueguesa, Oslo, um imóvel com cerca de 120 m2 pode custar 8.281 mil euros.
Em Berna, um imóvel com cerca de 120m2 custa 11.476 mil euros.
Na capital Viena, um imóvel com cerca de 120 m2, pode custar 11.599 mil euros.
Em Moscovo o preço de uma habitação com 120m2, custa 11.866 mil euros.
Em Paris o preço de uma habitação com 120m2 custa 12.796 mil euros.
O valor de uma habitação em terras de "Sua Majestade", com cerca de 120 m2 custa 23.932mil euros.
O valor de uma habitação com cerca de 120 m2 neste principado custa 44.522 mil euros.
Hong Kong é a cidade que maior risco corre de viver uma bolha imobiliária, segundo o relatório de imobiliário feito UBS Global, que analisou os preços de propriedades residenciais de 20 centros financeiros de mercados desenvolvidos por todo o mundo. A seguir à cidade chinesa, surgem Munique, Toronto, Vancouver, Amesterdão e Londres.
A UBS diz que o risco de bolha imobiliária subiu em Munique, Amesterdão e Hong Kong no último ano. Em Vancouver, São Francisco e Frankfurt, os desequilíbrios continuaram a crescer. Estocolmo e Sydney tiveram as quedas mais acentuadas e saíram da zona de risco.
Em contraste com o boom do início do novo milénio, não houve nenhuma evidência global de excessos simultâneos em empréstimos e construções existentes.
A capital inglesa ocupa o 6º lugar, com 1.61 pontos.
A cidade holandesa está no quinto posto com 1.65 pontos.
Uma das duas cidades canadianas desta lista, surge com 1.92 pontos.
No top 3 entra a outra cidade canadiana, com 1.95 pontos.
A cidade alemã ocupa o segundo lugar com 1.99 pontos.
Uma das regiões mais importantes da China lidera este índice com 2.03 pontos.
A Segurança Social pôs em leilão um apartamento T2 de 100 metros quadrados para arrendar por, pelo menos, 1.150 euros mensais. A licitação ainda está a decorrer e termina já na próxima semana, dia 20 de junho.
Ao aceder ao separador do património imobiliário no website da Segurança Social, e ao imóvel em questão, surge automaticamente uma mensagem: “Seja o primeiro a licitar”, pelo que se presume que ainda nenhum cidadão tenha aderido ao leilão.
O imóvel localiza-se na cidade de Lisboa, mais concretamente na freguesia de Belém, entre o Restelo e Algés. Conta com classe energética D e, segundo a publicação, está remodelado e situa-se no 2º andar de um prédio sem elevador.
“Beneficia de uma boa localização, com todo o tipo de comércio, serviços, transportes públicos (terminal rodoviário e estação de comboios de Algés) e bons acessos (Avenida Marginal e CRIL). Constituído por hall, sala, dois quartos, cozinha, casa de banho, marquise e duas despensas”, acrescenta a nota associada ao apartamento. É possível pedir mais informação ou agendar uma visita.
A Segurança Social tem ainda o espaço de um escritório, de um armazém e de uma loja para arrendar, em Prior Velho, Massamá e Almada, respetivamente.
Planta do imóvel localizado em Belém

A empresa subsidiária do grupo Auchan mudou esta terça-feira de nome para Ceetrus, para materializar oficialmente a evolução de imobiliária comercial a investidora, promotora e gestora de projetos mistos que tem vindo a desenvolver há dois anos. Numa viagem de helicóptero que sobrevoou Lisboa, a dona do Forum Sintra, Sintra Retail Park e Forum Montijo mostrou que é numa smart city, como a capital portuguesa, que quer trabalhar.
“A marca chega para marcar um ponto de mudança. Nós definimos a visão de autonomia e independência em 2016, a nova visão da empresa com projetos diversificados respondendo às várias necessidades e funcionalidades. Desde aí, temos vindo a desenvolvê-los, temo-los em carteira e marca ou é a cereja em cima do bolo ou um marco para a nova vida da Immochan”, disse aos jornalistas o CEO da Immochan.
Mário Costa adiantou que os projetos em Portugal, que variam entre escritórios, restauração e retalho, vão ainda ser conhecidos este ano. Nos próximos cinco anos, de 2018 a 2022, o ramo imobiliário do grupo Auchan no país vai investir 550 milhões de euros em “aquisição de ativos para transformar, de terrenos, custos de construção e serviços”, o que representa aproximadamente um décimo do investimento do grupo em termos internacionais. As próximas iniciativas da empresa estão a ser acompanhadas de perto pela autarquia de Lisboa, assegura o mesmo porta-voz.
A missão da Ceetrus, que detém ainda os centro comerciais Alegro de Alfragide, Setúbal e Castelo Branco e as Galerias Jumbo, é a de “ligar as pessoas para iluminar a vida quotidiana, criando lugares sustentáveis, inteligentes e vigoros” [“To link people to brighten up everyday life by creating sustainable, smart and lively places”].

O preço das casas em Portugal registou uma subida de 3,8% durante o primeiro trimestre de 2018, situando-se em 1.754 euros/m2, segundo o índice de preços do idealista.
Os preços subiram em todas as regiões do país face ao último trimestre de 2017, com exceção do Alentejo onde se verificou uma descida de 4%. As subidas mais expressivas registaram-se na Região Autónoma da Madeira (10,4%), no Norte do país (6%), na capital Lisboa (5,6%) e no Algarve (4,9%). No Centro, a variação foi de apenas 0,2%.
Lisboa com 2.482 euros/m2 mantém-se a região mais cara do país. Segue-se o Algarve, onde o metro quadrado está nos 1.809 euros, e a Madeira, nos 1.493 euros. No outro lado da tabela figuram a região Centro, com o metro quadrado a valer 962 euros, o Alentejo, nos 1.083 euros, e o Norte, nos 1.315 euros.
Segundo o índice de preços do idealista, no primeiro trimestre de 2018, foram 10 as capitais de distrito que viram um aumento nos seus preços. A cidade do Porto liderou as subidas e castelo Branco as descidas.
Lisboa continua a ser a capital de distrito onde é mais caro comprar, custando 4.213 euros/m2. Em segundo surge o Porto (2.439 euros/m2) e o Funchal (1.761 euros/m2). Já as capitais com os preços mais baixos são Castelo Branco (716 euros/m2), Santarém (738 euros/m2) e Portalegre (753 euros/m2).
Confira os preços da habitação por distrito e concelho:

Índice de preços do idealista, por Distrito e Concelho

Índices de Preços do Idealista, por Distrito e Concelho
A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação baixou ligeiramente para 1,023% em fevereiro, o que corresponde a um valor 0,1 pontos base inferior a janeiro, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatistica (INE), divulgados esta segunda-feira, 19 de março.
Taxa de juro com ligeira descida para 1,023% https://t.co/mc7J98RWxG
— INE Portugal (@pt_INE) March 19, 2018
“Para o destino de financiamento ‘aquisição de habitação’, o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos foi 1,045%, igual ao observado no mês anterior”, refere o INE. Quanto aos juros nos contratos celebrados nos últimos três meses, subiram de 1,588% em janeiro para 1,598% no mês seguinte.
O organismo de estatística português refere ainda que, no mês passado, o valor médio da prestação vencida desceu 1 euro, fixando-se nos 239 euros, sendo que nos contratos ds últimos três meses, subiu para 319 euros. Já o capital médio em dívida para a totalidade dos contratos também caiu para 51.726 euros.
Em janeiro, a taxa de juro implícita no crédito à habitação aumentou 0,5 pontos base (0,005 pontos percentuais) em janeiro de 2018, face a dezembro de 2017, para 1,024%, o valor mais alto desde janeiro do ano passado. Os números mostravam uma tendência de aumento que se registava desde setembro de 2017 e que acabou, em fevereiro, por se inverter.

Fonte: INE
Notícia atualizada às 11h37
Os apartamentos e moradias são a principal aposta dos investidores internacionais, ao representarem cerca de 61% e 22%, respetivamente, das transações realizadas ao longo do último ano. Os prédios e lojas são também fortes apostas destes clientes que, em 2017, representaram 5% e 4% das compras, vendas e alugueres de imóveis RE/MAX.
Atendendo ao elevado investimento em apartamentos, a análise da RE/MAX vai um pouco mais longe e revela ainda que a escolha dos investidores estrangeiros tende a recair sobre habitações com três, quatro e duas assoalhadas, as quais em 2017 foram responsáveis por 40%, 30% e 20% do volume de transações da marca.
No que respeita ao investimento, em 2017 a grande fatia da procura centrou-se nos imóveis até 400 mil euros, com um maior fluxo de transações (34.5%) nas habitações com valores compreendidos entre 100 mil euros e 199.999 euros, seguidos das casas de valor inferior a 100 mil euros, que representaram cerca de 29% das movimentações da marca.
No total, o investimento estrangeiro registou um crescimento na ordem dos 23%. Os brasileiros e franceses foram quem mais investiu em Portugal em 2017, representando cerca de 5% do volume total de transações.
Para a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), a percentagem foi inferior em três pontos percentuais. A associação representante do setor concluiu que, no ano passado, o investimento estrangeiro representou 20% do total das transações de casas em Portugal. Desse total, os investidores de França foram quem mais apostou no mercado imobiliário nacional para adquirir habitação (29%) em 2017, seguindo-se dos do Brasil (19%), de Inglaterra (11%), da China (9%) e de Angola (7,5%).
De acordo com o gabinete de estudos da APEMIP, os investidores externos preferiram comprar T2 (34%) e T3 (47%). Os T1 equivaleram a 13% das aquisições e T4 ou superior a 6%. Quando comparado o ‘top 5’ nacional de investimento estrangeiro com o do Porto, os chineses dão lugar aos espanhóis. Já em Lisboa quem se junta aos maiores compradores de casas são os norte-americanos, em vez dos ingleses.

Gráfico 1 – ‘Top 5’ de investimento estrangeiro no Porto
Gráfico 2 – ‘Top 5’ de investimento estrangeiro em Lisboa
Fonte: Gabinete de Estudos da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal
O valor médio de avaliação bancária na habitação subiu para 1.150 euros por metro quadrado (euros/m2) no mês passado, mais seis euros do que em novembro, e aproxima-se cada vez do máximo registado em abril de 2011 (1.156 euros), referem os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados esta quinta-feira, 25 de janeiro.
Os 1.150 euros registados no mês passado fazem com que o valor da avaliação bancária das casas tenha assinalado um novo aumento face ao mês anterior, desta vez de seis seis euros (0,5%), após ter subido três euros em novembro. Na totalidade do ano passado, o indicador situou-se abaixo deste valor, nos 1.127 euros/m2, traduzindo um aumento de 5% em relação a 2016, segundo o organismo de estatística português.
“Em comparação com o mesmo período do ano anterior, as avaliações bancárias de apartamentos e de moradias aumentaram 5,0% e 4,0%, respetivamente. A maior taxa de variação homóloga, para o conjunto das regiões, verificou-se no Algarve (8,8%). A Região Autónoma dos Açores registou a variação homóloga de menor amplitude (0,5%)”, refere o INE.
Valor médio da habitação aumentou 6 euros/m2 https://t.co/2MImBYk45Q
— INE Portugal (@pt_INE) January 25, 2018
